A ponte entre o prazer e a morte

Publicado em jun 25, 2014

A ponte entre o prazer e a morte

Não há mais qualquer dúvida quando se afirma que: dependência química é uma doença, que esta doença ocorre no cérebro, que evolui de forma crônica, que os dependentes podem ou não se recuperar e que a maioria dos dependentes tem outras doenças mentais associadas. Um fato, todavia, surpreendente, é que a dependência química é uma das poucas doenças humanas que ocorre pela via do prazer. Todas as outras enfermidades, com raras exceções, se notabilizam pela presença, em graus variados, da dor e do sofrimento e todos os recursos terapêuticos utilizados para enfrentá-los visa afastar essas duas condições.

Já a dependência química, pela sua natureza e gravidade psicopatológica, perverte todos os instintos humanos que estão a serviço da vida. A começar pelo instinto de autopreservação, indispensável à nossa condição humana e sem o qual não chegaríamos onde chegamos em nossa escala evolutiva. É através dele que nós nos protegemos, enfrentamos as intempéries, buscamos nossa autoconfiança e desenvolvemos nosso amor-próprio, entre outras coisas. Mas, como se sabe, os dependentes de drogas, com o passar do tempo, pervertem essa função vital através de um processo longo autodestrutivo inexorável, tanto que estes pacientes geralmente têm vida curta e morrem precocemente.

Outro aspecto importante inserido nesse contexto é o fato de que muitas outras prerrogativas humanas que compõem nosso aparelho vital e que garantem nossa sanidade mental, tais como afetividade, moralidade, ética, amor, solidariedade, altruísmo, compaixão, sinceridade, vontade e equilíbrio emocional também ficam comprometidas. Por isso é que esta doença é considerada uma das mais graves enfermidades entre os seres humanos e quanto mais afetados pelas drogas, mais pronunciadas serão as alterações e mais difícil será a recuperação. E tudo sob a égide do prazer, pelo menos no início, pois cedo ou tarde sua evolução conduzirá os enfermos a um mar de dor e sofrimento.

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